Americanas amplia logística com nova operação de cabotagem no Amazonas.

Americanas Expande sua Logística e Inaugura Operação de Cabotagem para Abastecimento de Lojas no Amazonas

A cabotagem ganha destaque na estratégia de distribuição da Americanas, que acaba de implementar um novo modelo de abastecimento para cerca de 20 lojas no estado do Amazonas. Esse sistema utiliza contêineres transportados por navios, visando reduzir o tempo de trânsito, aumentar a eficiência operacional e garantir maior segurança no envio de mercadorias para a região Norte.

A nova rota conecta os portos de Suape e Chibatão, substituindo parcialmente o modelo anterior que dependia exclusivamente do transporte fluvial via balsa. Com essa inovação, a empresa passa a operar com navios portacontêineres, permitindo um aumento na escala de carregamento e melhor previsibilidade logística. A expectativa é transportar entre 10 e 15 contêineres por semana, resultando em ganhos operacionais significativos.

A operação começou em fevereiro, com o envio de dois contêineres que priorizavam itens de bomboniere para atender à demanda da Páscoa. O novo formato já apresenta um ganho médio de quatro dias no tempo de entrega, impactando diretamente a disponibilidade de produtos nas lojas da região e beneficiando tanto os consumidores quanto os motoristas que dependem desse fluxo de mercadorias.

Cabotagem Amplia Eficiência

Com a implementação da cabotagem, a expectativa é alcançar até sete embarques semanais, totalizando cerca de 28 por mês e mais de 300 ao longo do ano. O volume mensal estimado é de aproximadamente 784 toneladas, reforçando a importância da operação para o abastecimento regional.

“Este projeto marca um avanço importante na estratégia logística da Americanas. Ao adotarmos a cabotagem com uso de navios, conseguimos reduzir prazos, custos e riscos operacionais, além de ampliar nossa capacidade de abastecimento em regiões de longa distância”, afirma Marcelo Arantes, VP de Supply Chain da Americanas.

Entre os principais benefícios do novo modelo estão a redução da exposição a riscos operacionais, maior flexibilidade logística e a possibilidade de concentrar grandes volumes em um único embarque. A utilização de uma base logística própria em Manaus também contribuiu para encurtar o trajeto terrestre até o porto, tornando o fluxo mais ágil e eficiente.

Esses avanços não apenas otimizam a operação da empresa, mas também têm um impacto positivo na mobilidade regional. A redução do tempo de entrega se traduz em um abastecimento mais consistente e confiável, o que é essencial para motoristas e empresas que dependem de um fluxo contínuo de produtos. Além disso, a previsibilidade logística ajuda a minimizar congestionamentos e a melhorar a infraestrutura nas áreas de carga e descarga, beneficiando todos os usuários das vias.

Por fim, diante dos resultados iniciais, a empresa avalia expandir a estratégia de cabotagem para outras rotas, incluindo trajetos como Santos–Manaus e Itajaí–Simões Filho. O objetivo é ampliar o uso do transporte marítimo como uma alternativa prioritária para abastecimento de centros de distribuição e lojas em regiões distantes, beneficiando a todos envolvidos na cadeia de distribuição.

Fonte: logweb

Equipe Redação

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