Desemprego em 11 estados fica abaixo da média nacional; confira quais

Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%. Esses dados provêm da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada recentemente.
Estados com desemprego abaixo da média nacional:
- Santa Catarina: 2,1%
- Mato Grosso: 2,2%
- Espírito Santo: 2,3%
- Rondônia: 2,6%
- Mato Grosso do Sul: 2,7%
- Paraná: 3,1%
- Minas Gerais: 3,8%
- Goiás: 4,0%
- Tocantins: 4,1%
- Rio Grande do Sul: 4,2%
- Roraima: 5,0%
A análise mostra que esses estados tendem a se destacar em termos de industrialização e evolução econômica, o que pode ter repercussões diretas em áreas como a mobilidade urbana. Com maiores taxas de emprego, há um aumento na demanda por serviços de transporte, impulsionando melhorias na infraestrutura de mobilidade. Isso beneficia os motoristas, que poderão experimentar ruas melhor conservadas, menos congestionamento e um aumento na qualidade de vida.
No segundo trimestre, o desemprego no Brasil apresentou uma leve queda, de 6,1% para 5,4%. Esse panorama é encorajador, especialmente porque 13 estados reportaram diminuições nas suas taxas de desemprego. Entre eles, Santa Catarina e Espírito Santo merecem destaque, com reduções significativas.
Essa mudança no cenário econômico traz benefícios diretos para motoristas de aplicativos e profissionais autônomos. A maior renda e a estabilidade no emprego podem levar a um aumento no consumo e na movimentação de bens e serviços, gerando mais oportunidades e, consequentemente, mais demanda por transporte. Com isso, espera-se que os motoristas tenham mais trabalho e, portanto, maiores chances de aumentar seus ganhos.
Além disso, com a redução do desemprego, pode haver um aumento nos investimentos em mobilidade sustentável, como ciclovias e transporte público de qualidade, que são essenciais para uma mobilização eficiente nas cidades. Essas melhorias podem, em longo prazo, resultar em um trânsito menos caótico, beneficiando todos os usuários das vias urbanas.
A pesquisa
A Pnad acompanha o mercado de trabalho de pessoas com 14 anos ou mais, considerando diversas ocupações, seja com ou sem carteira assinada. Os critérios de avaliação são rigorosos, e a pesquisa é realizada em 211 mil domicílios em todo o território nacional.
Outro dado importante é a questão do “desemprego longo”, com 1,06 milhão de pessoas procurando emprego por dois anos ou mais. Esse número representa uma queda significativa e demonstra que, mesmo empregos temporários ou informais estão contribuindo para a melhoria da situação econômica.
A taxa de desemprego varia entre gêneros e etnias: enquanto o índice para homens está em 4,6%, o de mulheres sobe para 6,4%. Os números mostram que a desigualdade ainda persiste e precisa ser abordada com atenção. Com políticas mais inclusivas, pode-se garantir que o crescimento econômico beneficie a todos, o que, por sua vez, impulsionaria um fluxo mais equilibrado de motoristas nas ruas.
Em resumo, a redução do desemprego em diversas regiões do Brasil não é apenas uma boa notícia econômica, mas também um sinal de que a mobilidade urbana pode ter um impacto positivo, tanto na vida dos motoristas quanto na qualidade geral de vida nas cidades.
Fonte: SETCESP






