Contadores podem isentar empresas de multas por irregularidades fiscais, afirma secretário da Receita.

Empresas com Inconsistências em Obrigações Acessórias Não Serão Multadas se Comprovadas Orientações de Contador
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou que empresas com inconsistências nas obrigações acessórias resultantes da reforma tributária não serão multadas, desde que possam provar que um contador qualificado está assessorado a operação. Essa medida visa estabelecer uma relação de confiança entre o fisco e os contribuintes, com ênfase no papel essencial dos contadores como intermediários nesta dinâmica.
Essa mudança tem potencial para impactar significativamente não apenas as empresas, mas também motoristas e a mobilidade geral. Ao garantir que as empresas possam regularizar suas obrigações sem o temor imediato de sanções, isso poderá estimular um ambiente de negócios mais saudável e sustentável. Empresas que se sentem seguras em cumprir com suas obrigações tributárias podem reinvestir recursos em inovação e melhorias operacionais, o que inclui investimentos em veículos e tecnologias que potencialmente otimizam a logística de transporte.
Além disso, ao promover um sistema em que as informações são compartilhadas entre a Receita Federal e os profissionais contábeis, a transparência aumenta. Isso pode resultar em um fluxo mais eficaz de informações, permitindo que as empresas se adaptem mais rapidamente a novas exigências tributárias, refletindo positivamente na eficiência dos serviços de transporte e entrega.
O engajamento do fisco em colaborar com o setor contábil, além de Sebrae e Fenacon, reforça a importância de a contabilidade ser vista como um pilar de conformidade e não apenas uma formalidade. Essa abordagem facilita a regularização tributária e, por sua vez, contribui para um ambiente menos caótico para motoristas que dependem de um ecossistema empresarial estável para operar suas atividades.
Com essa nova regra, espera-se que as empresas possam se concentrar mais em sua operação e menos em possíveis penalidades, o que, em última análise, promove uma mobilidade mais ágil e eficiente, beneficiando toda a sociedade.
Fonte: motorista.com.br






