Motta afirma que a meta é reduzir a carga horária sem cortar salários.

Nosso objetivo é diminuir a jornada de trabalho sem redução salarial, diz Motta – SETCESP
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, destacou recentemente que o foco da Casa é aprovar uma proposta que elimine a jornada 6×1, mas sem afetar os salários dos trabalhadores. Esse movimento pode ser visto como uma resposta às demandas de diversas categorias profissionais que esperam por mudanças significativas nas condições de trabalho.
A busca por uma jornada de trabalho mais equilibrada não somente visa a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, mas também pode ter um impacto positivo na mobilidade e na economia em geral. Com menos horas de trabalho, espera-se que os motoristas, por exemplo, tenham mais tempo para descansar e se preparar para suas atividades. Isso pode resultar em uma condução mais segura, com redução de acidentes e melhora na fluidez do trânsito.
Durante a entrevista, Motta reconheceu que aprovar essa medida representa um desafio, especialmente quando se considera a necessidade de equilibrar os custos da mudança para o mercado. Contudo, ele enfatizou a importância de um consenso que atenda a todas as categorias, deixando claro que essa proposta não é apenas uma resposta a um ano eleitoral, mas sim uma questão que merece ser tratada com seriedade.
Além disso, é relevante notar que a redução da carga horária pode facilitar a entrada de mais profissionais no mercado de trabalho, o que pode amenizar a escassez de motoristas em diversas regiões. Isso geraria uma oferta maior de serviços de transporte, beneficiando diretamente os usuários e melhorando a dinâmica da mobilidade urbana.
Portanto, a iniciativa de Motta e a Câmara dos Deputados não é apenas uma questão trabalhista; ela pode ser um passo significativo rumo a um transporte mais eficiente e seguro. Ao focar na redução da carga horária sem diminuição salarial, pode-se criar um ambiente que promova tanto o bem-estar dos trabalhadores quanto a melhoria nas condições de mobilidade urbana para toda a população.
Fonte: SETCESP






