Invent lança 12 novos modelos, expandindo para o exterior.

Após ampliar sua atuação e ganhar projeção no setor, a companhia se prepara para disputar mercados internacionais.

Fundada há 12 anos em São Bernardo do Campo (SP), a Invent Smart Intralogistics Solutions entra em uma nova fase após ser adquirida, em julho deste ano, pelo grupo italiano Comau. Essa operação não apenas aumenta a escala da companhia, mas também possibilita a expansão da tecnologia brasileira para novos mercados.

Com a aquisição, a Invent se junta ao ecossistema da Comau, ao lado da Automha, especializada em tecnologias automatizadas de armazenagem. Essa parceria combina o software de gestão e orquestração da Invent com os sistemas de armazenagem da Automha e a expertise da Comau em automação industrial e robótica.

Crescimento e alcance internacional

A Invent foi criada pelos engenheiros Leonardo Araki, Augusto Ghiraldello e Igor Uliana. Sua trajetória começou com consultoria, manutenção e modernização de sistemas, e, a partir de 2016, dedicou-se a desenvolver projetos próprios para diversos setores, como indústria, atacado, varejo e operadores logísticos.

Recentemente, a companhia divulgou uma retrospectiva de seus primeiros anos, retratando os desafios enfrentados e destacando a parceria entre os fundadores e a confiança no projeto. Em um balanço, a Invent anunciou a entrega de mais de 40 projetos em 2025, além de um crescimento de 80% em relação ao ano anterior, refletindo a expansão de suas soluções para operações de armazenagem, separação e distribuição.

Leonardo Araki, CEO e cofundador, afirmou que a integração à Comau mantém a estrutura e liderança da Invent, ao mesmo tempo que aumenta sua capacidade de engenharia e acesso a novas tecnologias.

Os benefícios dessa expansão são significativos para motoristas e para a mobilidade geral. Com as tecnologias desenvolvidas pela Invent, espera-se uma melhoria na eficiência logística, o que pode resultar na otimização das rotas de transporte e redução do tempo de espera nas operações de carga e descarga. Isso não apenas facilita o trabalho dos motoristas, mas também contribui para um trânsito mais fluido nas cidades, diminuindo congestionamentos e impactos ambientais. A capacidade de operar em mercados internacionais pode, ainda, trazer inovações que beneficiarão a cadeia de suprimentos e, por consequência, a mobilidade urbana de forma mais ampla.

Fonte: Abralog

Equipe Redação

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