Empresas oferecem caminhões e implementos no mercado secundário

Grandes empresas colocam caminhões e implementos à venda e ampliam oferta no mercado secundário

Empresas de grande porte nos setores de logística e indústria estão colocando caminhões e implementos rodoviários à venda, ampliando a oferta de ativos no mercado secundário e criando novas oportunidades para transportadoras que buscam renovar ou expandir suas frotas.

Esse movimento reflete a necessidade constante de renovação de ativos e otimização do capital investido em frota. Veículos que não estão mais na operação principal passam a ser disponibilizados para venda, geralmente com um bom histórico de uso e manutenção regular. Entre os ativos disponíveis, encontramos caminhões baú, cavalos mecânicos, semirreboques e implementos provenientes de operações logísticas de grandes empresas.

Para as transportadoras, essa dinâmica representa uma chance significativa de acesso a ativos de grandes frotas corporativas, com custos mais competitivos em comparação a veículos novos. As reduções de preço podem chegar a até 40%, dependendo do ativo e do método de venda.

A comercialização desses ativos está sendo facilitada por plataformas digitais, que ampliam o alcance das negociações e conectam vendedores a uma ampla base de compradores. Nesse ambiente, os ativos podem ser adquiridos por meio de leilões, que envolvem uma dinâmica competitiva de lances, ou por venda direta, onde as condições são previamente definidas.

Essa mudança de mercado não é apenas uma oportunidade de negócio; ela também impacta a mobilidade geral ao permitir que transportadoras de diferentes tamanhos acessem recursos que antes poderiam estar fora de seu alcance. Assim, operações mais eficientes e diversificadas podem surgir, contribuindo para um sistema de transporte mais robusto e dinâmico.

Jacqueline Luz, diretora comercial, destaca que “a renovação de frota passa cada vez mais por uma gestão ativa dos ativos ao longo do tempo. A venda estruturada permite que as empresas recuperem capital e, ao mesmo tempo, que outros operadores tenham acesso a esses bens para suas operações”.

Para as transportadoras, a ampliação da oferta no mercado secundário tende a facilitar o acesso a uma variedade de ativos com diferentes perfis e faixas de investimento. Para as empresas vendedoras, a desmobilização estruturada se consolida como uma estratégia eficiente para melhorar a alocação de recursos e guiar decisões de renovação de frota.

Essa transformação no mercado de caminhões e implementos não apenas ajuda as empresas a gerenciar melhor seus ativos, mas também reforça o papel das transportadoras na economia, promovendo um ciclo de crescimento que beneficia todos os envolvidos.

Fonte: setcesp

Equipe Redação

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