Firma de Jack Dorsey, ex-CEO do Twitter, possui US$ 2,2 bi em BTC.

A Block, empresa de tecnologia financeira liderada por Jack Dorsey, responsável pelo Square e Cash App, revelou que possui 28.355 unidades de Bitcoin (BTC), que estão avaliadas em cerca de US$ 2,2 bilhões. Essa revelação ocorreu pouco antes da divulgação do balanço do primeiro trimestre da empresa.
Entre essas participações, 19.357 BTCs, avaliados em aproximadamente US$ 1,5 bilhão, pertencem a clientes, enquanto 8.997 BTCs, estimados em US$ 692,3 milhões, estão na tesouraria da empresa. O relatório foi verificado por auditores independentes.
A empresa enfatizou que a transparência é crucial na gestão de criptomoedas, declarando: “A população não deveria ter que confiar que seus bitcoins estão lá — deveria poder verificá-los”. Dessa forma, qualquer pessoa pode confirmar suas reservas de forma independente, utilizando assinaturas on-chain, assegurando que os ativos são “ativamente controlados”.
As reservas da Block fazem dela a 14ª maior detentora de Bitcoin entre empresas, posicionando-se logo atrás da Trump Media & Technology Group, conforme dados obtidos do BitcoinTreasuries.net.
Em um contexto mais amplo, a prova de reservas de Bitcoin se tornou uma prática mais comum após o colapso da FTX em novembro de 2022. Essa medida tem sido adotada por várias exchanges e instituições financeiras como uma forma de restaurar a confiança no setor. No entanto, essa prática não é unânime. Michael Saylor, do Strategy, criticou as atuais abordagens de prova de reservas, argumentando que a divulgação de endereços de carteiras pode expor transações e diminuir a segurança.
A discussão em torno das práticas de transparência reflete um movimento em direção a uma mobilidade mais segura e confiável no ambiente das criptomoedas. Para os motoristas e o setor de mobilidade, isso pode ter impactos significativos ao permitir transações mais seguras, impulsionando a adoção de pagamentos digitais e aumentando a eficiência nas operações financeiras. À medida que mais empresas adotam o Bitcoin, motoristas e usuários de serviços de mobilidade podem se beneficiar de um ecossistema financeiro mais inovador e acessível.
Fonte: Money Times





