Caminhão Ford com motor Perkins alcança 700 mil km em 1967.



Ângelo Bertini, um veterano caminhoneiro de São Paulo nos anos 1960, foi um destacado representante da Perkins Diesel, fabricante de motores para caminhões. Esse destaque deve-se a um feito notável para a época.
Segundo a publicidade de então, Bertini conseguiu revitalizar seu caminhão Ford Big Job ao instalar um motor diesel da Perkins em 1962. Utilizado para o transporte de botijões de gás, o caminhão percorreu consideráveis distâncias para os padrões da época e, em 1967, atingiu a impressionante marca de 700 mil quilômetros rodados.


Esse feito não é apenas notável, mas serve como um exemplo da durabilidade e eficiência dos motores Perkins. O caminhão atingiu essa marca impressionante sem a necessidade de abrir o motor, apenas com manutenções regulares e troca de lubrificantes.
No contexto da década de 1960, não era raro a troca de motores a gasolina por sistemas a diesel, os quais eram reconhecidos por suas características de maior potência e eficiência. Isso também refletia nas operações logísticas, onde caminhões mais duráveis e confiáveis contribuíam significativamente para uma mobilidade mais eficiente nas estradas.
Para a Perkins, esse caso não era isolado, mas servia como um modelo de confiabilidade, especialmente considerando as condições de manutenção da época, que incluíam óleos de qualidade inferior e técnicos menos especializados. Chegar a tal quilometragem em um ambiente assim demonstra não apenas o valor dos motores Perkins, mas também a importância de um bom gerenciamento de operações de transporte, impactando diretamente a economia e a mobilidade geral.







