Neblina pede cuidado extra dos motoristas no inverno

Com a chegada do inverno, a neblina se torna um desafio significativo nas rodovias, especialmente entre junho e setembro. Esse fenômeno climático é mais comum nas madrugadas e nas primeiras horas da manhã, reduzindo a visibilidade e exigindo dos motoristas uma atenção redobrada. Esses cuidados são essenciais não apenas para a segurança pessoal, mas também para a fluidez do tráfego, garantindo que todos possam viajar com mais tranquilidade.

A RioSP, parte do grupo Motiva, está comprometida com a segurança viária ao intensificar a comunicação com os motoristas através dos Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs). Essas ferramentas informam em tempo real sobre a presença de neblina, contribuindo para uma condução mais segura. Faixas de orientação em pontos estratégicos complementam esse esforço, servindo como um lembrete visual da importância da atenção nas condições adversas.

Na BR-101 (Rio-Santos), os trechos mais críticos durante o inverno incluem:

  • Entre o km 429 e o km 432, em Mangaratiba;
  • Entre o km 463 e o km 465, em Angra dos Reis;
  • Entre o km 491 e o km 496, em Angra dos Reis;
  • Entre o km 538 e o km 550, em Paraty;
  • Entre o km 561 e o km 570, em Paraty;
  • Entre o km 596 e o km 0, em Paraty.

Já na BR-116 (Via Dutra), as áreas que necessitam de atenção especial são:

Trecho fluminense

  • Entre o km 319 e o km 339 (Itatiaia);
  • Entre o km 299 e o km 310 (Resende);
  • Entre o km 275 e o km 296 (Barra Mansa);
  • Entre o km 264 e o km 270 (Volta Redonda);
  • Entre o km 225 e o km 242 (Piraí).

Trecho paulista

  • Entre o km 170 e o km 212 (Guararema, Santa Isabel, Arujá e Guarulhos);
  • Entre o km 159 e o km 175 (Jacareí);
  • Entre o km 121 e o km 157 (Caçapava e São José dos Campos);
  • Entre o km 115 e o km 119 (Taubaté);
  • Entre o km 87 e o km 104 (Pindamonhangaba e Taubaté);
  • Entre o km 80 e o km 84 (Roseira e Pindamonhangaba);
  • Entre o km 73 e o km 75 (Aparecida);
  • Entre o km 59 e o km 62 (Guaratinguetá);
  • Entre o km 0 e o km 50 (Queluz e Lorena).

Em condições de baixa visibilidade, o estabelecimento de diretrizes de segurança se torna fundamental. As principais recomendações incluem:

  • Reduzir a velocidade de forma gradual;
  • Manter uma distância segura do veículo à frente;
  • Utilizar apenas o farol baixo, já que o farol alto pode prejudicar a visibilidade;
  • Não parar sobre a pista, buscando um lugar seguro caso precise interromper a viagem;
  • Evitar o uso do pisca-alerta com o veículo em movimento para não confundir outros motoristas;
  • Observar com atenção as mensagens exibidas nos Painéis de Mensagens Variáveis.

A RioSP ressalta que a prevenção é a melhor forma de evitar acidentes. Planejar a viagem, respeitar limites de velocidade e manter uma condução prudente são atitudes essenciais, especialmente durante os períodos de maior incidência de neblina. Essas medidas não só garantem a segurança individual, mas também contribuem para uma mobilidade mais eficiente nas rodovias, diminuindo o risco de congestionamentos e incidentes.

Os motoristas podem obter informações atualizadas sobre as condições de tráfego pelos canais oficiais da RioSP.

setcesp

Equipe Redação

Equipe de redação é um grupo de profissionais que trabalham juntos para criar conteúdo escrito para Motorista.com.br
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