Confuso sobre 2026? Confira o Guia da Reforma Tributária para o Setor Imobiliário.

Ainda perdido sobre 2026? O Guia Atual da Reforma Tributária para Incorporadoras, Construtoras e Imobiliárias
Por Lilian Ribeiro
A sensação de estar perdido e sem direção é comum entre muitas incorporadoras, construtoras e imobiliárias em relação à Reforma Tributária. Assim como um aluno em dia de apresentação, a dúvida permeia o cenário: "O que preciso entregar até 2026?" A maioria ainda se questiona sobre quais obrigações devem ser cumpridas.
A partir de setembro de 2025, algumas diretrizes já foram estabelecidas, mas vários aspectos, especialmente a Declaração Eletrônica de Regimes Específicos (DERE), permanecem vagos. O que já podemos afirmar é que estamos em um momento crucial que impacta não só o setor imobiliário, mas também a mobilidade urbana e o cotidiano dos motoristas.
1. O que já está definido: CIB, valor de referência e notas fiscais
A criação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) será fundamental para identificar cada imóvel, facilitando a interação entre os setores. Com a obrigatoriedade do CIB, cada unidade ficará oficialmente registrada, garantindo uma melhor organização do mercado, o que pode contribuir para um planejamento urbano mais eficiente e, consequentemente, impactar a mobilidade.
O valor de referência, definido com base em dados de mercado, também influenciará diretamente na carga tributária. Motoristas e cidadãos poderão beneficiar-se, pois um sistema fiscal mais claro e transparente geralmente resulta em investimentos mais direcionados em infraestrutura, incluindo estradas e transporte público.
2. Regras setoriais: regimes, redutores e desafios práticos
A nova legislação traz mudança significativa nas regras de tributação, como a adoção do regime de caixa em diversas operações. Com isso, haverá um impacto positivo no fluxo de caixa das empresas do setor, permitindo que mais recursos sejam canalizados para projetos que melhorem a mobilidade urbana. Isso pode incluir melhorias em estradas, construção de novas vias e até iniciativas de transporte sustentável.
3. E a tão falada DERE?
Com a DERE, haverá um sistema específico para setores que apresentam regimes diferenciados. Apesar de ainda não termos informações concretas sobre sua implementação, a expectativa é que isso traga mais eficiência e eficácia na fiscalização tributária. Isso significa que um sistema organizado pode gerar mais investimentos em áreas que envolvem diretamente a mobilidade, como a construção de infraestruturas e o aprimoramento dos serviços de transporte público.
4. O que sua empresa pode e deve fazer já em 2025
Mesmo com incertezas, o cenário atual exige uma ação imediata. Para as incorporadoras e construtoras, é fundamental organizar o CIB de cada imóvel e monitorar os valores de referência. Empresas que se prepararem terão um papel fundamental em moldar a próxima década e poderão impulsionar melhorias em infraestrutura. Motoristas se beneficiarão de estradas mais seguras e melhor conectividade entre regiões urbanas e rurais.
Conclusão
A Reforma Tributária não é apenas uma mudança no sistema fiscal; é uma oportunidade para transformar a realidade da mobilidade no Brasil. A organização e adaptação das empresas desse setor podem levar a investimentos que beneficiarão motoristas e a população em geral.
A Reforma já lançou suas bases, mas muito está por vir. Organizar-se agora é essencial para evitar tumultos futuros. A verdadeira chave para um ambiente urbano mais fluido pode estar nas ações que tomamos hoje.
Se este conteúdo ajudou a esclarecer os próximos passos, continue acompanhando nossas atualizações. Cada semana trará novas direções e ajustes, e estar informado pode ser o diferencial que transforma desafios em oportunidades.
Fonte: www.reformatributaria






