Tópico expande filial em Contagem e almeja R$ 30 milhões em MG.

Tópico amplia filial em Contagem e mira R$ 30 milhões em MG
A Tópico, renomada no setor de galpões modulares de aço cobertos com lona, acaba de transferir sua filial em Contagem, localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para uma estrutura maior no mesmo município. Essa mudança visa atender a crescente demanda do setor de mineração no estado. A empresa projeta um faturamento de aproximadamente R$ 30 milhões em Minas Gerais até o final de 2026, com uma expectativa de crescimento de 25% em 2027.
O aumento na procura por galpões modulares no segmento de mineração em Minas foi significativo, com uma elevação de cerca de 18% em 2025 e uma previsão de crescimento adicional de 25% até o fim deste ano. É importante frisar que o estado representa 25,6% de todos os investimentos destinados à mineração no Brasil até 2030, segundo dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).
Um dos principais benefícios das estruturas modulares é sua mobilidade. Como explica Sergio Gallucci, diretor Comercial e de Marketing da Tópico, “o galpão modular acompanha o avanço das lavras, e, quando uma área é esgotada, a estrutura é desinstalada e transferida para outro ponto da operação, sem interromper o ritmo produtivo ou gerar resíduos de demolição”. Essa característica não só favorece a eficiência operacional das empresas do setor, mas também minimiza os impactos ambientais, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável nas operações.
A nova unidade em Contagem facilitará o suporte às equipes de campo e ampliará a capacidade de armazenamento de materiais utilizados nas montagens na região, algo que pode melhorar a logística e a eficiência das transportações, refletindo positivamente na mobilidade urbana. Em uma entrevista ao jornal Diário do Comércio, Gallucci destacou que a receita total da empresa pode atingir R$ 300 milhões em 2026, com Minas Gerais contribuindo entre 10% e 12% desse total.
Esse crescimento da Tópico, portanto, não só representa uma evolução para a empresa, mas também impacta diretamente a mobilidade e a infraestrutura da região, com potenciais efeitos benéficos para os motoristas e consumidores locais.
Fonte: Carta de Logística






