Deputado conversa sobre PL dos minerais críticos; Terrabras é retirada da pauta.

Deputado discute PL dos minerais críticos com Silveira; Terrabras ‘sai da pauta’
O deputado Zé Silva (União-MG) manifestou, em reunião recente, que há um consenso crescente com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com o relator do Projeto de Lei 2.780/2024, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). Esse projeto visa estabelecer a Política Nacional dos Minerais Críticos e Estratégicos, uma iniciativa que promete impactar significativamente o setor mineral brasileiro.
Durante a conversa, Zé Silva abordou a questão da Terrabras, uma proposta de estatal para a exploração e processamento de minerais no Brasil, a qual, segundo ele, foi retirada da pauta. O deputado enfatizou que o governo estaria disposto a considerar sugestões, desde que não impliquem em intervenções diretas no mercado.
O deputado saiu da reunião otimista, afirmando que o diálogo aberto contribuirá para a construção de políticas que atendam aos interesses nacionais. "Vamos continuar nesse alinhamento estratégico, atendendo os interesses do Brasil", declarou.
A recente discussões levantaram a possibilidade de um retorno da proposta da Terrabras em dois outros projetos de lei. Um deles, o PL 1.733/2026, de autoria do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), e outro, o PL 1.754/2026, proposto pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC).
Quanto à votação, Zé Silva afirmou que está agendada uma nova reunião com o ministro na próxima semana para debater contribuições e programar a votação do parecer ainda neste mês. Um Grupo de Trabalho (GT) criado pelo Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) no ano passado vem coletando informações sobre a exploração e produção de minerais críticos, visando alinhar interesses públicos e privados.
Esse alinhamento estratégico não apenas pode impulsionar investimentos e a chegada de capital internacional, mas também representa uma oportunidade crucial para melhorar a eficiência na exploração mineral e expandir a capacidade de processamento no país. Para motoristas e para a mobilidade geral, isso pode se traduzir em um abastecimento mais eficaz e sustentável, além de contribuir para a redução de custos em setores que dependem de minerais críticos, impactando positivamente a economia e a infraestrutura do transporte no Brasil.






