Governo estabelece valor mínimo de R$ 500 milhões para leilão portuário em Santos.

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(Imagem: Santos Brasil/Divulgação)

O governo definiu em R$ 500 milhões o valor de outorga mínima a ser oferecida pelos interessados no leilão do terminal portuário Tecon 10, no porto de Santos, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

A pasta afirmou que aprovou a modelagem final e encaminhou à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) os documentos para a publicação do edital do certame, previsto para a segunda quinzena de março.

Em comunicado, o ministério destacou que acolheu integralmente as recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU), buscando “garantir a segurança jurídica e a viabilidade competitiva” do leilão.

No mês passado, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, mencionou que o certame já atraiu mais de dez grupos interessados, incluindo grandes empresas como JBS e JSL, além do filipino Ictsi.

Com previsão de R$ 6,4 bilhões em investimentos, o novo terminal no porto de Santos, que será concedido à iniciativa privada por 25 anos, terá uma área de 621 mil metros quadrados, destinada à movimentação e armazenagem de contêineres e carga geral.

Com a construção do Tecon, a capacidade anual de movimentação do porto deverá alcançar 9 milhões de contêineres, com a criação de quatro berços de atracação de navios para embarque e desembarque, conforme informou o ministério.

Essas ações não apenas prometem impulsionar a economia local, mas também trarão benefícios diretos para motoristas e a mobilidade na região. O aumento na eficiência do porto pode resultar em menos filas e congestionamentos nas vias de acesso, ao facilitar o fluxo logístico. Mais investimentos no terminal significam menos tempo de espera e custos reduzidos no transporte de mercadorias, o que, por consequência, pode refletir em preços mais baixos para os consumidores. Com as melhorias na infraestrutura, tanto para transporte de cargas quanto para a mobilidade urbana, motoristas poderão usufruir de um ambiente mais organizado, potencializando as oportunidades para negócios e o desenvolvimento da economia regional.

Fonte: Money Times

Equipe Redação

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