Frete mínimo da ANTT ajustado para R$ 7,33 com diesel.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou uma atualização na tabela de pisos mínimos de frete, que agora considera o preço médio do diesel S10 em R$ 7,33 por litro, um aumento de 5,2% em relação ao valor anterior de R$ 6,97. Com a nova tabela, que entrou em vigor no dia 30 de setembro, a ANTT busca garantir a remuneração justa aos caminhoneiros, refletindo os custos operacionais que eles enfrentam.
Essa atualização é crucial não apenas para os motoristas, mas também para a mobilidade geral no país. Ao assegurar que os trabalhadores do setor de transporte sejam compensados adequadamente, a ANTT contribui para a sustentabilidade das operações de transporte rodoviário. Motoristas bem remunerados tendem a manter seus veículos em melhores condições e a operar dentro das normas, reduzindo riscos de acidentes e melhorando a eficiência das entregas.
A tabela de frete é dividida em quatro modalidades, de acordo com diferentes tipos de carga e composição veicular. A Tabela A se aplica à contratação da composição veicular completa, enquanto a Tabela B é referente apenas à unidade de tração. Já as Tabelas C e D são destinadas a operações de alto desempenho. Esses formatos permitem um ajuste mais fino, garantindo que as tarifas sejam justas e proporcionais ao tipo de carga transportada e às condições de operação.
O reajuste acontece em um contexto de fiscalização mais rigorosa. Recentemente, a ANTT intensificou a aplicação de medidas contra empresas que não cumprem com os pisos mínimos, podendo impedir a operação de transportadoras reincidentes até que regularizem sua situação. Essa fiscalização reforça a importância de um transporte rodoviário mais responsável e legalizado, essencial para um sistema logístico mais eficiente.
Portanto, a atualização do piso mínimo de frete não só beneficia os caminhoneiros, como também impacta positivamente na mobilidade e segurança das operações de transporte no Brasil, assegurando que o setor funcione de maneira mais coesa e sustentável.
Fonte: Carta de Logística






